Veganos, A Nova Revolução 1

Veganos, A Nova Revolução

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Não, estes não são os quinze mandamentos oficiais do veganismo. Porém sim, a mensagem dessa postal resume os princípios e estilo de vida de um movimento que existe em Portugal desde há anos, mas que prontamente está emergindo comercialmente de uma forma indiscutível. Diversos negócios têm surgido ‘muito obrigado’ para a crise. Sem revelar aqueles que são vegetarianos a secas, em Portugal existem mais de 315 estabelecimentos recenseados como veganos.

Poucos se compararmos com outros países (no Brasil, estima-se que existem cerca de 40.000 veganos e por volta de 400.000 vegetarianos, contudo os números não são oficiais). Todavia, se dê a visão atrás, esse número começa a ser respeitável.

  • Começa colocando sobre a pálpebra móvel uma sombra pros olhos do tom bege metalizado
  • 2015-2016: I’m Habilidades
  • 9 Hei-Bai, o espírito da floresta
  • 13:30.- TÊNIS, MASTERS de NOVEMBRO

O direito é que uma boa fração destes negócios tem surgido do nada nos últimos 5 ou 6 anos, nos mais duros da instabilidade e, em divisão, graças à crise. A ruptura económica espanhola deixou dezenas de milhares de desempregados que, diante da tessitura de escoltar desempregados, resolveram variar de sentido. Não obstante, os problemas financeiras também trouxeram consigo uma reflexão abrangente sobre isso recentes maneiras de ingerir, de trabalho colaborativo, de reinterpretar a maneira de gastar o dinheiro, de dialogar com o meio natural. Em poucos anos, foram normalizado tags como bio e orgânico. O artefato da data e de proximidade ou o quilômetro zero.

Foi lançado a necessidade médica de acesso a produtos aptos pra celíacos ou intolerantes à lactose ou isentos de determinadas substâncias químicas. Neste momento enraizada, além do mais, uma cultura de respeito aos animais que se concretizou até mesmo em opções políticas contrárias às corridas de touros ou o abuso animal em geral. E tudo isto também tem servido de trampolim para que esses novos estabelecimentos, não apenas se conservem e cubram as despesas, todavia que comecem a ofertar salários dignos, quase a todo o momento por conta própria.

Com diferentes sotaques e promessas, todos se lançaram no instante da piscina e compraram a janela à espera de ter, qualquer dia, uma residência. “Custou, tive diversos altos e baixos. Navegou em 2009, abri com o pouco dinheiro que tinha e com o pouco que sabia”, conta Fabiano Reis, que montou Veganitessen, um posto de bolos no mercado do Arenal, no centro de Sevilha. “Fomos a primeira loja a abrir em Valência, porém em muito insuficiente tempo houve uma grande transformação”, atesta Naty Rizzo, da loja de conveniência Gaia Veg.

“Custa”, todos os entrevistados, antes ou depois pronunciam essa expressão. Assim como Piluca Cervera, de San Sebastián, que até pouco tempo atrás ganhava a existência consertando os porteiros automáticos no negócio da família, embarcou em uma empresa de distribuição de carne vegana.