Travão Ao Furto Pela Ribeira 1

Travão Ao Furto Pela Ribeira

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No distrito de Ciutat Vella acontece uma circunstância muito atípica. As associações de moradores acabaram marcados de modo tradicional por reivindicar sempre mais presença policial em seus bairros e em denunciar a ausência de patrulhas. Nas áreas de Santa Catarina e a Margem de Barcelona, acontece o fenômeno contrário.

A agregação de moradores não quer tanta polícia na rua, entretanto os comerciantes, sim. Por isso, ocorre uma inédita briga. Os grupos de comerciantes aplaudem o acrescento da presença policial, ante a onda de roubos com agressividade que vinha registrando desde os primeiros dias do ano e até o passado mês de maio.

A agregação de moradores, no entanto, nega este pico que as estatísticas confirmam e critica os Mossos. Entre janeiro e maio, esse tipo de assaltos de rua subiram 37%. Desde o lançamento do dispositivo policial a descida vem sendo gradual. Da Ribeira e Santa Caterina parecem assunto de guerra onde se enfrentam 2 modelos de bairro. A tensão entre os diferentes atores do bairro é alta. Oscar Aybar, por intermédio da avenida Sant Pere mais Baix, confirma que, desde a invasão dos Mossos e a entrada em serviço do dispositivo especial “as coisas estão bem mais tranquilas”.

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“Esperemos que se mantenha em vista disso”, diz o comerciante. Desde os Mossos de Ciutat Vella, recorda-se que 80% dos detidos no bairro são estrangeiros. Garcia Doñate vai mais distanciado e explica que esses bairros são bandas de dominicanos e magrebinos principalmente os que levam a cabo os roubos violentos. “São adolescentes que vivem no bairro e trabalham em teu próprio território, pelo motivo de sabem que haverá vítimas: os turistas”, diz o intendente dos Mossos.

Essa proximidade das bandas, alega esse comando policial, está causando medo entre os vizinhos respeitadores da lei. “Nos demos conta de que havia pessoas com temor. Os que falam com nós se sentem ameaçados e isso não pode ser. Nos comprometemos a recuperar a convicção”, diz Garcia Doñate muito decidido.

“nós Queremos que o público retorne a permanecer tranquila,- continua o comando policial – e que esta não continue sendo uma área hostil”. Carmen Fidalgo, da coordenadora de vizinhos do Cas Antic, outra entidade lugar, diz estar “a favor do acrescentamento de vigilância no bairro”. “Era indispensável -diz Hidalgo-, mesmo que não esteja de acordo com certas formas empregadas.

É inegável que aumentaram as trações no bairro”. O comerciante Aybar confirma a vida do terror ao que se referia o prefeito, porém ele diz que não tem e que continuará a discursar com os Mossos a toda a hora que lhe vier ganha. “Neste local eu cresci e eu movi desde menor e neste local, meu pai construiu o teu negócio e eu quero prosseguir por aqui com o meu”, diz o comerciante, que dirige uma jóia em Sant Pere mais Baix.

Aybar lembra os 7 anos que demorou a Prefeitura em terminar as obras do mercado de Santa Caterina. “Essa demora destruiu o comércio. Aqui não passava ninguém. A atividade é deprimió, no momento em que esta área havia sido puramente comercial”, explica o porta-jóias.