O Bazar Centenário Convertido Em Drogaria Que Inspirou Machado E Pérez Galdós 1

O Bazar Centenário Convertido Em Drogaria Que Inspirou Machado E Pérez Galdós

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O recipiente de barro é o terceiro estabelecimento em funcionamento mais antigo da região de madrid, aberto após farmácias Rainha Mãe e do restaurante Botín. O prédio original do ano de 1700 já não existe mais, foi demolido e, em 1932, foi fabricado um novo, mantendo o espaço de um recinto situado no número 35 da rodovia Toledo. Passaram muitas coisas em mais de 250 anos de vivência, em tal grau nos negócios como no bairro.

Todavia o que não muda é que continua a ser um negócio de família, imediatamente nas mãos da Mercedes Rodriguez Palencia. Seu avô, Nemesio Palencia Rocha, natural de Burgos, chegou a Madrid pra trabalhar com o seu tio-avô nestes armazéns e com o tempo você comprou a loja.

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“Pela minha família não conseguimos pegar bem a história da sucessão do negócio que se tem vindo a herança por divisão da família da minha mãe “, explica Mercedes. “Faltam-Nos alguns nomes das primeiras gerações que estiveram no ambiente”.

Teu avô pôs-se à frente da loja em 1905 e morreu muito jovem, em 1934. Foi quando sua viúva, Alexandra Dominguez Calvo, com duas filhas, tomou as rédeas do local em que trabalhavam oito funcionários. Em vasilha de barro comercializado a princípio alpargatas, ráfia, espanadores, tênis, brinquedos…era uma espécie de bazar. “Tinha muito brinquedo importado dos EUA e da China.

Meu avô foi muito empreendedor, e com 20 anos neste momento dirigia os armazéns”, explica a ABC Mercedes Rodriguez Palencia. Era uma data em que os comerciantes gozavam de sensacional reputação e tua posição estratégica, se tornou recinto obrigatório de passagem pra todos os que chegavam a Madri dos povos e províncias.

Essas lojas têm aparecido ao longo dos anos em crônicas e livros relevantes. Em 1916 Antonio Machado os menciona em uma de tuas crônicas pro ABC. Machado percorreu os comércios do bairro e ia explicando os lugares que entrava, como o velho Café de São Paulo, e A vasilha de barro, onde falou com Nemesio Palencia. “Foi um dos comentários que me trouxe o artigo”, conta Mercedes. Bem como aparece referido em obras de Benito Pérez Galdós, como Fortunata e Jacinta ou os Episódios Nacionais. Alejandra Dominguez Calvo, viúva de Nemésio, foi uma mulher muito batalhadora.