A Tecnologia E A Economia Circular: Catalisadores Do Consumo Responsável De Plástico 1

A Tecnologia E A Economia Circular: Catalisadores Do Consumo Responsável De Plástico

Off Por

O consumo e o aterro de plástico é uma das pragas biológicas, que enfrenta o meio ambiente nos dias de hoje. A ONU estima que são despejados mais de 8 milhões de toneladas por ano nos oceanos. Infelizmente, a Espanha está à cabeça: é o segundo país que mais lança seus dejetos no mar Mediterrâneo e o quarto país da União Europeia que mais consome, segundo dados oferecidos pela COMPANHIA.

O desastre do consumo desse objeto, e a conseqüente contaminação do mesmo, não é exclusivo do âmbito empresarial, governamental ou cívico. Trata-Se de um tema que diz respeito a todos os atores. Há que modificar a mentalidade a respeito do consumo irresponsável em todos os âmbitos da população pra combater contra este flagelo. Esta alteração, como não podia ser de forma diferente, você necessita deslocar-se cabeçalho pelas organizações e as administrações públicas, que são os que precisam conceder o exemplo ao cidadão. Um caso envolvente são as medidas tomadas pelo Governo destinadas a cessar com a compra de sacolas plásticas em supermercados.

Entre 2007 e 2014 o consumo dessas bolsas foi reduzida à metade. Ainda em vista disso, continua sendo um consumo grande e deste modo, desde o Governo, foi aprovado um Decreto para que todos os sacos de plástico fossem de pagamento.

  • Mais Espaço de Memória
  • 09/08/2011 10:59:08 pm
  • Editado por H. Ascensão de León-Portilla, Miguel Angel Castro
  • bem? Como você veio para permanecer vendo pra mim
  • Linguagem de Sombreamento OpenGL revisão 1.40 (GLSL)
  • Usuário que reporta: Vatelys Tem de socorro? 17:51 um out 2007 (CEST)

Como é que pomos em marcha a economia circular? A União Europeia tem se posicionado como uma das referências na alteração pro consumo e reciclagem responsável do plástico, optando por um novo paradigma de economia: a Economia Circular. Pra essa finalidade, você tem de alavancar a necessidade de reutilização e reciclagem, tal como a promoção de aparato mais sustentáveis. A título de exemplo, desde a Comissão Europeia propõe-se apagar os produtos de plástico de exercício único.

Para 2030 todos os recipientes devem ser reutilizáveis ou recicláveis. Assim, a inovação e a tecnologia devem ser os pilares em que se sustente a economia circular. As novas tecnologias oferecem um espaçoso leque de oportunidades que permitem melhorar o passo de existência dos produtos para uma maior eficiência e um consumo mais responsável.

Este é o caso de TagItSmart, um projeto apoiado por várias organizações, e que ganhou sete milhões de financiamento, destinado a implementar IoT na cadeia de valor. Pra esta finalidade, geram produtos ligados que podem ser monitoradas a começar por tags (Smart Tags) durante todo o tempo de vida do item, desde a realização até a reciclagem.

Uma das tecnologias de ponta em gestão de resíduos de plástico é a solução SmartWaste desenvolvida por Minsait e que está a ser aplicado, em prefeituras e entidades locais com a ajuda de Ecoembes. Outro enorme exemplo de como a tecnologia otimiza o consumo responsável é o projeto ContendorGo desenvolvido na cátedra de visão artificial da URJC, em colaboração com Elaborarium.

Esta ferramenta combina a tecnologia de geolocalização em contentores de resíduos e técnicas de machine learning através de inteligência artificial para que as máquinas aprendam de modo automática. Assim se fornece um melhor serviço ao cidadão e se intensifica a recolha selectiva de embalagens. A mudança de cultura social para um paradigma econômico mais sustentável, circular e respeitoso com o ecossistema deve estar direcionado pro conjunto da sociedade. É aí que as empresas com um novo padrão econômico, as corporações GIP (Geram um Impacto Positivo pela população), conseguem encontrar um valor diferencial pra se posicionar a cabeça pra esse novo paradigma.